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Xamanismo e a morte de Paulo Henrique Amorim

By 10 de julho de 2019 No Comments

Com a surpreendente notícia de falecimento do jornalista Paulo Henrique Amorim, MyPixeland decidiu falar da morte através das lentes do Xamanismo norte-americano.

A notícia veio repentina: o jornalista sofreu um infarte na madrugada desta quarta-feira, dia 10 de julho. E dias assim nos fazem refletir sobre a impermanência e a fragilidade da vida.

De acordo com a tradição Lakota, a morte definitivamente não existe. Já que continuamos a existir em um dos planos espirituais paralelos à vida na Terra. 

Seguindo esta tradição, a morte é ilusória, tal qual uma miragem, porque estamos aqui apenas de passagem. Passagem esta que pode ser fulgaz, rápida, intensa ou pode ser lenta, mas não necessariamente empolgante.

Um dos animais de poder que nos lembra desta ilusão é a aranha, que tece uma envolvente teia e ilude outros insetos que, atraídos pela beleza, ficam presos para depois servir de comida.

A simbologia do Xamanismo, mais do que contar uma história de forma metafórica, serve também para transmitir conceitos importantes e válidos para qualquer ser humano, em qualquer lugar do globo terrestre: vida, amor, morte, casamento, luta, entre outros.

Diante da brevidade dos nossos dias no planeta Terra, os xamãs vêm nos lembrar a respeito de viver cada momento intensamente, dando valor à vida que nos foi entregue pelo Grande Espírito Wakan Tanka. 

Polêmicas e jornalismo

Paulo Henrique Amorim trabalhou em diversos veículos de comunicação, mas passou a maior parte de sua carreira na Rede Globo de Televisão. Figura marcante do jornalismo brasileiro e ganhador do Prêmio Esso, ele era assim: mantinha posturas firmes e polêmicas e era respeitado pelos colegas de profissão.

Ultimamente, escrevia para o blog Conversa Afiada. PHA havia deixado a função de apresentador do programa Domingo Espetacular (Record TV) depois de 13 anos à frente da atração.

MyPixeland presta condolências e deseja força à família de Paulo Henrique Amorim. Além de convidar a todos, apoiadores ou críticos do jornalista, para que reflitam sobre como é breve nossa caminhada neste planeta.

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